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FIBROMIALGIA E AS TERAPIAS COMPLEMENTARES

O termo fibromialgia refere-se a uma condição dolorosa generalizada e crônica. É considerada uma síndrome porque engloba uma série de manifestações clínicas como dor, fadiga, indisposição, distúrbios do sono. Pode estar associada à fadiga intensa (síndrome da Fadiga Crônica), à irritação intestinal (síndrome do cólon irritável), à dor de cabeça (cefaléia), a condições que causam o movimento involuntário das pernas durante o sono (síndrome das pernas inquietas) e à presença de irritabilidade na bexiga. Atualmente sabe-se que a fibromialgia é uma forma de reumatismo associada à sensibilidade do indivíduo frente a um estímulo doloroso. O termo reumatismo pode ser justificado pelo fato de a fibromialgia envolver músculos, tendões e ligamentos. O que não quer dizer que acarrete deformidade física ou outros tipos de sequelas. No entanto a fibromialgia pode prejudicar a qualidade de vida e o desempenho profissional, motivos que plenamente justificam que o paciente seja levado a sério em suas queixas. Como não existem exames complementares que por si só confirmem o diagnóstico, a experiência clínica do profissional que avalia o paciente com fibromialgia é fundamental para o sucesso.

A frequência da fibromialgia é de 1 a 5% na população em geral. A fibromialgia é mais frequente no sexo feminino, que corresponde a 80% dos casos.

Em média, a idade do seu início varia entre 29 e 37 anos, sendo a idade de seu diagnóstico entre 34 e 57 anos. A variedade nos tratamentos tem aumentado o controle da doença, e uma via complementar muito utilizada e com excelentes resultados é a Acupuntura e a Osteopatia, além do Pilates.

Tanto a Acupuntura como a Osteopatia são eficazes na melhora do quadro, promovendo relaxamento nos locais de dor, melhora da circulação, postura e equilíbrio durante o andar, fazendo a pessoa se sentir melhor, saudável, disposta, proporcionando melhor qualidade de vida.

O Pilates também atua no alívio da dor, na restauração da amplitude de movimento e da flexibilidade, bem como a melhora da capacidade de se concentrar e executar as atividades da vida diária, muitas vezes prejudicadas pela doença, assim conduzindo a uma qualidade de vida otimizada.

Portanto, a fibromialgia não deve ser encarada como uma doença que necessita de tratamento, mas sim como uma condição clínica que requer controle, isto porque as suas manifestações ocorrem ao longo da vida, na dependência de uma gama de fatores físicos e emocionais. Neste contexto, as manifestações devem ser tratadas consoantes a sua gravidade.

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